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segunda-feira, 30 de maio de 2016

OS FANTASMAS DO GOLPE.

GRANDE IMPRENSA: Filho de Temer já tem patrimônio milionário

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Com apenas sete anos de idade, Michel Miguel Elias Temer Lulia Filho, conhecido como Michelzinho, já é um milionário. Ele herdou do pai dois imóveis cujos valores somados superam R$ 2 milhões, segundo informa reportagem do jornal Estado de S.Paulo. Segundo a assessoria de Temer, os imóveis foram doados como antecipação de herança.
“Localizados no Edifício Lugano, no Itaim-Bibi, zona sul da capital paulista, cada conjunto tem 196 m² e valor venal de R$ 1.024.802, segundo a Prefeitura de São Paulo – os dados são públicos e podem ser consultados na internet. O valor de mercado costuma ser de 20% a 40% mais alto do que o valor de referência usado pela Prefeitura para calcular o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU)”, diz o texto.

Machado e Renan tinham ‘esquemão’ para atender PMDB, diz Delcídio

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Ex-líder do governo no Senado, o senador cassado Delcídio do Amaral (sem partido-MS) disse neste sábado (28) em entrevista exclusiva à GloboNews que o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado era “prioridade absoluta’’ do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), na residência oficial do peemedebista. Delcídio relatou episódios em que o presidente do Senado suspendia reuniões com outras pessoas para atender Machado.
Delcídio teve o mandato cassado no último dia 10. Ele foi preso em novembro de 2015 por suspeita de tentar atrapalhar as investigações da operação Lava Jato e deixou a prisão em fevereiro deste ano. Desde então, ele é mantido em recolhimento domiliar.
A cassação de Delcídio ocorreu após parlamentares descobrirem que ele havia firmado acordo de delação premiada. Na colaboração, ele fez revelações envolvendo diversos ex-colegas de parlamento, como o próprio Renan, o que irritou os senadores. Delcídio atribui a rapidez de sua cassação, antes da votação no Senado do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, a uma “vingança’’ do presidente da Casa.
Delcídio, como senador, era um dos principais parlamentares do Congresso. Ele tinha livre acesso a deputados e senadores de diversos partidos, e atuava como líder do governo de Dilma Rousseff. Como líder, frequentava o Palácio do Planalto, da Alvorada e também a residência oficial do Senado.
Segundo o parlamentar cassado, as reuniões de Renan com Machado, que também fechou acordo de delação premiada, na residência oficial “eram frequentes’’. Ele diz que a dupla formava um ‘’esquemão fidelizado’’. De acordo com Delcídio, Sérgio era “blindado pelo Renan”. “Ninguém encostava nele. Sérgio era totalmente fidelizado a Renan’’, disse. “Sérgio era o cara que fazia a interlocução com os donos das empresas, e outros operavam financeiramente para Renan”, completou.
Para manter o que chamou de “hegemonia”, segundo Delcídio, Renan usava o ex-presidente da Transpetro para atender outros parlamentares da cúpula do PMDB no Senado, como Romero Jucá (RR), Valdir Raupp (RR), José Sarney (AP) e Edison Lobão (MA).
A assessoria jurídica de Sérgio Machado informou que não vai se manifestar por causa do sigilo do processo de delação premiada que ele assinou.
Por meio de sua assessoria de imprensa, o senador Valdir Raupp informou que “jamais fez indicações políticas para o setor elétrico e que as acusações do ex-senador Delcídio do Amaral são descabidas e inverídicas”. A assessoria de imprensa de Romero Jucá disse que o senador não vai comentar as declarações do parlamentar cassado.
A GloboNews e o G1 entraram em contato com as assessorias de imprensa de Renan Calheiros e Edison Lobão, mas não obtiveram resposta até a última atualização desta reportagem.
Machado ficou mais de dez anos na presidência da Transpetro indicado por Renan. Na semana passada, foram divulgados áudios em que ele gravou conversas comprometendo a cúpula do PMDB do Senado.

Temer cria Ministério da Transparência e nomeia indicado de Renan Calheiros que dá dicas de como se livrar da lava ja

Em reunião com Renan, atual ministro da Transparência criticou Lava Jato

Sérgio Machado gravou conversas de Fabiano Silveira com senador. Ministro negou interceder por terceiros; Renan não respondeu aos contatos
Reportagem exclusiva do “Fantástico”, da TV Globo, teve acesso a novos trechos de conversas gravadas pelo ex-senador e ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado.
As gravações contêm conversas de uma reunião na casa do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), com a participação do atual ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, Fabiano Silveira, quando ele ainda era conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Segundo Sérgio Machado, na conversa houve troca de reclamações sobre a Justiça e operação Lava Jato. 
Na gravação, Fabiano Silveira faz críticas à condução da Lava Jato pela Procuradoria e dá conselhos a investigados na operação.
Neste mês, Silveira assumiu o Ministério da Transparência, responsável pela fiscalização, controle e ações do governo para combate à corrupção. 
O ministério foi criado pelo presidente em exercício Michel Temer no lugar da antiga Controladoria-Geral da União.
Funcionário de carreira do Senado, Fabiano Silveira era conselheiro do CNJ, para onde tinha sido indicado Renan Calheiros, antes de entrar para o primeiro escalão do governo de Temer.
Cerca de três meses antes de assumir o cargo, Fabiano Silveira esteve em uma reunião na casa de Renan Calheiros, onde a Lava Jato foi amplamente discutida com investigados. 
Durante as tratativas do acordo de delação premiada, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado disse que no dia 24 de fevereiro deste ano foi à casa de Renan Calheiros para conversar, entre outras coisas, sobre, abres “as providências e ações que ele estava pensando acerca da operação Lava Jato”.
Machado disse que participaram dessa conversa duas pessoas que ele disse serem “advogados de Renan”. 
Um deles, segundo Machado, se chama Bruno, e o outro, Fabiano. Machado disse: “no inicio relatei aos advogados sobre o que ocorreu em minha busca e apreensão”. 

Na revelação mais importante, o ex-presidente da Transpetro diz que, no encontro, ele e os presentes trocaram “reclamações gerais sobre a Justiça e sobre a Java Jato”.
Sérgio Machado gravou a conversa. Participam da reunião, além dele e Renan Calheiros, Bruno Mendes, advogado ex-assessor de Renan, e Fabiano Silveira. Ou seja, o atual ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, encarregado de combater a corrupção no governo federal, participou de uma conversa em que, segundo Sérgio Machado disse aos investigadores, foram feitas críticas à Lava Jato e à Justiça.
Além disso, é possível entender que Fabiano orienta Renan e Sérgio Machado sobre como se comportar em relação à Procuradoria Geral da República (PGR). 
A qualidade do áudio é ruim, há varias pessoas na sala, mas é possível identificar as vozes de Machado, de Renan Calheiros, de Fabiano e de Bruno Mendes.
Depoimento de Paulo Roberto Costa
A TV Globo pediu ao professor da Unicamp e perito Ricardo Molina que também analisasse a gravação. Ele disse que, “acima de qualquer dúvida razoável”, a voz é de Fabiano Silveira. 
A certa altura, Sérgio Machado lê alto um depoimento do ex-diretor da Petrobras e delator da Lava Jato Paulo Roberto Costa. 
Eles ouvem as acusações e os argumentos de defesa de Machado, que se dirige a Fabiano e diz que as explicações que tem são contundentes. Bruno critica a cobertura da imprensa.
MACHADO: Esse foi o motivo, Fabiano… (inaudível). As explicações que estão aí, você vê que são todas contundentes.
BRUNO: Tudo que eles falam, p****, a imprensa só dá… Rapaz, você acredita que os caras tinham a cara de pau de dizer no noticiário que o (inaudível) ia ser julgado? (inaudível)
Em seguida, Fabiano faz um comentário sobre a situação de Sérgio Machado e diz que ele deve procurar o relator da medida cautelar para prestar esclarecimentos.
FABIANO: Eu concordo com a sua condição de, tendo sido objeto de uma medida cautelar, simplesmente, não… Dizer assim: ‘olha, não é comigo isso…’ acho que tem que dizer, tem que se dirigir ao relator prestando alguns esclarecimentos, é verdade.
MACHADO: Sobretudo Fabiano… Não tem nada.
BRUNO: Nós não temos um movimento pra fazer agora.

Inquérito sobre Renan no Supremo
Renan Calheiros diz a Fabiano que está preocupado com um dos inquéritos a que responde no Supremo, o que investiga se o presidente do Senado e Sérgio Machado, entre outros agentes públicos, receberam propina – em forma de doações eleitorais – para facilitar a vitória de um consórcio de empresas em uma licitação para renovar a frota da Transpetro.
Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef citaram o negócio em depoimento. A campanha de Renan teria sido contemplada com duas doações no valor total de R$ 400 mil.
Na gravação, Renan diz a Fabiano, sem entrar em detalhes, que está preocupado com um recibo. Machado diz que ele foi incluído em um processo de R$ 800 mil. Uma voz que não é possível identificar pergunta se foi Youssef quem disse que o dinheiro foi pra Renan. Machado diz que não.
RENAN: Cuidado, Fabiano! Esse negócio do recibo… Isso me preocupa pra c******. (…)
MACHADO: Eles me botaram num processo lá de 800 mil que o Youssef tinha dito que era pra… (inaudível) estaleiro. Que eles estão de acordo se tem certeza que era pra você (inaudível).
(voz não identificada): Yousseff disse?
MACHADO: Não. Da conclusão eles entendem que… (inaudível)
Conselhos sobre estratégia de defesa
Nesse momento, Fabiano discute com eles a estratégia de defesa de Machado e Renan nesse caso. Fabiano aconselha Renan dizendo que, aparentemente, ele não deve entregar uma versão dos fatos, pois isso daria à Procuradoria condições de rebater detalhes da defesa.
FABIANO: A única ressalva que eu faria é a seguinte: está entregando já a sua versão pros caras da… PGR, né. Entendeu? Presidente, porque tem uns detalhes aqui que eles… (inaudível) Eles não terão condição, mas quando você coloca aqui, eles vão querer rebater os detalhes que colocou. (inaudível)

Críticas à investigação da PGR
Mais à frente, Fabiano chega a fazer críticas à condução da investigação pela Procuradoria e diz que Janot e os procuradores estão perdidos.
MACHADO: Diz que o… Janot não sabe nada. O Janot só faz… (inaudível) cada processo tem um procurador.
FABIANO: Eles estão perdidos nesta questão.
(…)
MACHADO: A última informação que vocês têm, não tem nada, não apuraram nada até hoje, é isso?
FABIANO: não.
(voz não identificada): É a última informação, né? (inaudível). Eles, desde o início, Sérgio, eles estão jogando verde para colher maduro. O cara fala: ‘eu não conheço o Renan’… (inaudível).
FABIANO: Eles foram lá buscar o limão e saiu uma limonada.

Conversa com PGR
Em outra conversa, em 11 de março, sem a presença de Fabiano, Renan e Sérgio Machado comentam a atuação do atual ministro da Transparência, Ficalização e Controle, que teria ido falar com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, depois da reunião que tiveram em 24 de fevereiro.
O “Fantástico” apurou que Fabiano procurou diversas vezes integrantes da força-tarefa da Lava Jato para tentar obter informações de inquéritos contra Renan. E saía de lá com informações evasivas, que eram comemoradas por Renan. Nesta conversa, Renan disse que alguém na Procuradoria nada tinha achado contra ele e que tinha classificado o presidente do Senado de “gênio”.
RENAN: Ele disse ao Fabiano: ‘Ó, o Renan… Se o Senan tiver feito alguma coisa que eu não sei… Mas esse cara, p****, é um gênio, usou essa expressão. ‘Porque nós não achamos nada’.
MACHADO: Já procuraram tudo.
RENAN: Tudo.

Outro lado
Procurado, o ministro da Transparência, Fabiano Silveira, não quis dar entrevista. Por meio de nota, disse que esteve “de passagem” na residência oficial do Senado, mas que não sabia da presença de Sérgio Machado. Ele disse, ainda, que não tem nem nunca teve nenhuma relação com Sérgio Machado. 
Segundo Fabiano, ele esteve “involuntariamente”, em uma conversa informal, e jamais fez gestões ou intercedeu junto a instituições públicas em favor de terceiros.
A defesa do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, disse que não pode se manifestar por causa do sigilo da delação premiada.
O presidente do senado, Renan Calheiros, do PMDB não respondeu aos nossos contatos.
O presidente em exercício, Michel Temer, e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não quiseram comentar.

FONTE: G1

Primeira metade do 13º salário de servidores federais vai cair em junho

Os mais de 1,3 milhão de servidores federais vão receber metade do décimo terceiro junto com o salário do mês que vem. O Ministério do Planejamento confirmou o calendário de pagamento antecipado de 50% da gratificação natalina na folha de junho. O crédito da primeira parcela será feito no mesmo dia em que os salários de junho entram nas contas em 1º e 4 de julho. Serão beneficiados servidores ativos, aposentados e pensionistas da União.
Como em anos anteriores, a primeira parte do décimo terceiro virá sem descontos legais. Os abatimentos serão feitos quando a União pagar a segunda parcela. Pelo calendário, a segunda parte sairá juntamente com a folha do mês de novembro, com crédito em dezembro.
NOTA DO BLOG: O editor pergunta, e o Governo do Estado que não se pronuncia sobre os salários de maio, imagine sonharmos com a primeira parcela do décimo terceiro salário.

domingo, 29 de maio de 2016

Caicó, Jardim de Piranhas, São Fernando e Timbaúba dos Batistas estão sem abastecimento

Parada foi ocasionada pela baixa no volume de água do rio Piranhas/Açu. A água é captada em Jardim de Piranhas

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A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) teve que interromper na tarde deste domingo (29) o fornecimento de água para quatro cidades da região Seridó: Caicó, Jardim de Piranhas, São Fernando e Timbaúba dos Batistas. A parada foi ocasionada pela baixa no volume de água do rio Piranhas/Açu. A água é captada em Jardim de Piranhas e bombeada através da Adutora Manoel Torres, mas com o nível atual a captação é inviável.
A Caern solicitou à Agência Nacional de Águas (ANA), através do Instituto de Gestão de Águas do Rio Grande do Norte (IGARN), o aumento da vazão no açude Curema, no município de Coremas, Estado da Paraíba, para liberar água a fim de aumentar o volume do rio Piranhas . O pedido foi atendido e a água deve chegar ao destino até quinta-feira (02 de junho). Somente com a chegada da água que será possível assegurar a retomada do abastecimento. Contudo, a Caern fará teste no Açude Itans, na tentativa de usá-lo como alternativa de abastecimento.
A água liberada pelo açude Curema percorre 110 quilômetros, passando por Pombal, Paulista e São Bento, ambos na Paraíba até alcançar o rio Piranhas em Jardim de Piranhas. Lá existe um barramento para reter a água, possibilitando a captação para a adutora Manoel Torres que transporta o produto até Caicó.

LENHA NA FOGUEIRA: “Não retiro uma vírgula sequer sobre o que falei”, diz Styvenson

Embora reforce posicionamento, capitão da PM pede desculpas aos 'policiais civis que de fato trabalham e honram o cargo'

Styvenson Valentim
Depois da polêmica ocasionada pela propagação de um áudio no qual caracteriza os policiais civis e majoritariamente os delegados civis como pessoas que são bem remunerados e trabalham pouco, o capitão PM Styvenson Valentim emitiu nota através da sua página no Facebook onde relata que a voz do áudio que circula pelas redes sociais pertence a ele. No entanto, o policial reforça o seu posicionamento. Confira nota na íntegra:
“Sim, a voz em um áudio vazado e “recortado” que circula em grupos de WhtasApp é a minha. O áudio é uma conversa com uma cidadã indignada, após a mesma postar uma mensagem na minha página pessoal no Facebook. Admito toda minha intempestividade ao generalizar a minha insatisfação a todos os policiais civis, mais específico aos delegados civis.
Reconheço a minha explosão emotiva por buscar um serviço público melhor, e por isso, aos policiais civis que de fato trabalham e honram o cargo, minhas sinceras desculpas por ter colocado os senhores nos rol dos funcionários públicos preguiçosos, dos parasitas, e que todos sabem que existem. Aos delegados que me acompanharam durante inúmeras operações da Lei Seca, queria lembrar nome de todos, mas infelizmente só me recordo, no momento, dos competentes delegados Daniel e Montanha, seus agentes e escrivães. Aos outros profissionais delegados e agentes, que sempre nos atenderam, não por amizade, nem por aliança corporativista, mas sim pelo profissionalismo em cumprir sua função de maneira exemplar, o meu respeitoso perdão. Generalizar foi meu grande erro.
Também peço desculpas a todos pela forma grosseira de como me referi ao meu País.
Mas, não retiro uma vírgula sequer sobre o que falei sobre alguns funcionários públicos, que recebem, alguns muito bem, e nada fazem pelo cidadão, muito pelo contrário, apenas apontam o dedo para quem tenta trabalhar por um país melhor.
Atenciosamente,
Capitão PM Styvenson Valentim.”

CARAÚBAS: Motorista é morto com tiros no ouvido



O motorista Francisco Vagner de Araújo, de 34 anos, foi assassinado a tiros na madrugada deste domingo (29), dentro do parque de vaquejada de Caraúbas, enquanto participava de uma festa. Seu corpo foi encontrado algumas horas depois por populares.

Segundo o ITEP, Vaguinho de Pedro Paraíba, como era mais conhecida a vítima, foi morto com dois tiros de pistola calibre 765 no ouvido esquerdo e não teve chance de defesa.

Para a polícia, o assassinato ainda é um mistério. Ninguém viu quem o matou. O corpo do motorista foi removido para exames na cidade de Mossoró.

Este é o 5º homicídio do ano na cidade de Caraúbas e deverá ser investigado pelo delegado Erick Gomes, titular da Delegacia de Polícia Civil do município.

DIZ O POLÊMICO: "Meu respeitoso perdão", escreveu capitão PM Styvenson aos policiais civis do RN


O capitão PM Styvenson Valentim, em resposta a reação enérgica de oficiais da Policia Militar e principalmente de agentes e delegados da Polícia Civil as suas declarações em áudio, pediu desculpas a forma grosseira como se referiu ao Brasil e admite intempestividade ao generalizar a sua insatisfação com relação a Polícia Civil.Pede desculpas aos policiais civis que trabalham e honram o cargo que exercem.
Já com relação aos que não trabalham e ganham, o capitão PM Styvenso Valentim disse que não retira uma vírgula.
Segue a reprodução do texto do capitão PM Styvenson Valentim na íntegra.
“Sim, a voz em um áudio vazado e "recortado" que circula em grupos de WhtasApp é a minha. O áudio é uma conversa com uma cidadã indignada, após a mesma postar uma mensagem na minha página pessoal no Facebook. Admito toda minha intempestividade ao generalizar a minha insatisfação a todos os policiais civis, mais específico aos delegados civis.
Reconheço a minha explosão emotiva por buscar um serviço público melhor, e por isso, aos policiais civis que de fato trabalham e honram o cargo, minhas sinceras desculpas por ter colocado os senhores nos rol dos funcionários públicos preguiçosos, dos parasitas, e que todos sabem que existem. Aos delegados que me acompanharam durante inúmeras operações da Lei Seca, queria lembrar nome de todos, mas infelizmento só me recordo, no momento, dos competentes delegados Daniel e Montanha, seus agentes e escrivães. Aos outros profissionais delegados e agentes, que sempre nos atenderam, não por amizade, nem por aliança corporativista, mas sim pelo profissionalismo em cumprir sua função de maneira exemplar, o meu respeitoso perdão. Generalizar foi meu grande erro.
Também peço desculpas a todos pela forma grosseira de como me referi ao meu País.
Mas, não retiro uma vírgula sequer sobre o que falei sobre alguns funcionários públicos, que recebem, alguns muito bem, e nada fazem pelo cidadão, muito pelo contrário, apenas apontam o dedo para quem tenta trabalhar por um país melhor.
Atenciosamente,
Capitão PM Styvenson Valentim.”
Assim como Styvenson, a senhora que motivou a discussão entre Styvenson Valentim, policiais civis e militares, também gravou audio para explicar a origem de tudo. Segundo ela, foi um advogado bêbado que teria causado um acidente com danos. 

MOSSORÓ: Emater-RN e parceiros fazem reunião técnica sobre a cajucultura



Na próxima terça-feira (30), técnicos da Emater-RN da região de Mossoró, e representantes da Ufersa, Emparn e Banco do Nordeste se reúnem para discutir aspectos técnicos sobre a cajucultura na região de Serra do Mel. O encontro será às 15h30, na sede do Banco do Nordeste em Mossoró, onde os participantes formularão um calendário de atividades relacionadas à cultura do caju, como por exemplo, melhor época de plantio, substituição da copa do cajueiro e de calagem, que consiste na utilização de calcário no solo para correção de acidez, entre outros itens. Essa reunião é parte do Projeto de Reestruturação da Cajucultura em Serra do Mel, através de um trabalho sistemático de extensão rural e orientação técnica aos cajucultores, através da organização social das famílias envolvidas, garantindo o acesso as políticas públicas trabalhadas pela instituição promovendo desenvolvimento ao município. Outro encontro, dessa vez voltado aos produtores, aconteceu no dia 17 de maio, na Vila Pará, com o objetivo de iniciar a elaboração dos projetos de crédito para a recuperação da cajucultura. Participaram, nesse primeiro momento, agricultores familiares das vilas Maranhão, Amazonas e Pará. Os extensionistas da Emater-RN apresentaram as linhas de crédito disponíveis, para que tenham meios de estruturar as propriedades para o desenvolvimento da atividade. Também foi discutido o financiamento no âmbito do custeio agrícola para implantação de áreas dizimadas pelas sucessivas estiagens que o município vem sofrendo. Estão sendo programadas outras reuniões sobre crédito em parceria com o Banco do Nordeste, para produtores, segundo o assessor regional de convivência com o semiárido em Mossoró, engenheiro agrônomo Alberto Hudson Souza. Com o acesso ao crédito, os produtores terão meios para adquirir, por exemplo, tratores, caminhonetes, equipamentos para a cajucultura e custeio. 

ODEBRECHT: Cresce expectativa pela prisão de LULA

TEMENDO ODEBRECHT, LULA ESPERA PRISÃO A QUALQUER MOMENTO

As relações promíscuas com a Odebrecht, agora expostas pelas investigações da Lava Jato, metem tanto medo nos políticos que até dão garantia ao mais poderoso deles, o ex-presidente Lula, de que será preso. Isso ficou claro numa das gravações do ex-senador Sergio Machado, quando o presidente do Senado, Renan Calheiros, conta ter ouvido do próprio Lula a certeza da sua prisão “a qualquer momento”. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
As gravações também revelam um Renan Calheiros convicto do envolvimento de Dilma com a empreiteira que mais roubou o País.
O medo da língua de Marcelo Odebrecht, segundo Delcídio do Amaral, fez Dilma nomear um ministro para STJ sob o compromisso de soltá-lo.
Segundo fontes ligadas à Lava Jato, Marcelo Odebrecht tem oferecido elementos de prova capazes de prender toda a “república petista”.
Na Operação Janus (nada a ver com Lava Jato), o MPF investiga Lula por tráfico internacional de influência, a serviço da Odebrecht.

RORAIMA: A política-policial na terra de Romero Jucá

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O agora ex-ministro do Planejamento Romero Jucá (PMDB)
Ministro de Planejamento  afastado

O ex-governador Neudo Campos se entrega à polícia suspeito de corrupção na área da saúde
Ex-Governador NEUDO CAMPOS
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PM prende homem com carro roubado

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Policiais do 9º Batalhão de Polícia Militar (9º BPM) prenderam na noite deste sábado (28), no Bairro de Felipe Camarão, na zona Oeste de Natal, Francisco Eduardo Azevedo, de 18 anos, que estava de posse de um veículo com registro de roubo.
A detenção ocorreu quando os policiais realizavam um patrulhamento de rotina e se depararam com um veículo suspeito. Na consulta da placa, foi constatado que se tratava de um carro roubado no dia 27 de maio, no Bairro Pitimbu.
A ocorrência foi registrada na Delegacia de Plantão da zona Sul de Natal e o infrator ficou à disposição da Polícia Judiciária. O veículo foi entregue ao proprietário.

‘Temer terá de se ajoelhar para Cunha’, diz Dilma


Na primeira entrevista concedida 18 dias depois de o Senado aprovar a admissibilidade do processo de impeachment, a presidente afastada Dilma Rousseff fez duros ataques ao ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, a quem, segundo ela, “Temer terá de se ajoelhar”. A entrevista foi concedida na última quinta-feira ao jornal “Folha de S. Paulo”, e publicada na edição antecipada deste domingo.
“O Eduardo Cunha é a pessoa central do governo Temer. Isso ficou claríssimo agora, com a indicação do André Moura (para líder do governo na Câmara). Cunha não só manda, ele é o governo Temer. E não há governo possível nos termos do Eduardo Cunha” disse ela, completando: “Vão ter de se ajoelhar”.
Dilma disse ter sido traída por Michel Temer. Perguntada se seu vice tinha lhe traído, respondeu: “Óbvio. E não foi no dia do impeachment, foi antes, em março. Quando as coisas ficaram claríssimas”, disse ela, que emendou: “Você sempre acha que as pessoas têm caráter”.
Sobre as conversas vazadas entre o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, e líderes do PMDB, como ex-ministro Romero Jucá e o presidente do Senado, Renan Calheiros, a presidente disse que os áudios revelam que o partido de Michel Temer pretendia, ao assumir o governo, barrar as investigações da Lava-Jato.
“Eles (os áudios) mostram que a causa real para o meu impeachment era a tentativa de obstrução da operação Lava-Jato por parte de quem achava que, sem mudar o governo, a sangria continuaria”, disse ela, referindo-se principalmente à Jucá, que perdeu o cargo após ser flagrado tratando do que ele chamou de “delimitar” as investigações.
Dilma diz ainda acreditar que poderá voltar à Presidência. “Nós podemos reverter isso. Vários senadores, quando votaram pela admissibilidade, disseram que não estavam declarando (posição) pelo mérito (das acusações). Então eu acredito”.
Dilma voltou classificar de golpe o processo que levou ao seu afastamento. “Sinto muito, sabe, sinto muuuuuito se uma das características do golpe é detestar ser chamado de golpe”. Dilma, reforçou a tese de que não houve crime de responsabilidade na sua gestão.
Sobre as medidas na economia tomadas pelo novo governo, Dilma foi irônica: “O pato tá calado, sumido. O pato está impactado. Nós vamos pagar o pato do pato, é?”. Sobre a emoção quando deixou o Palácio do Planalto, disse: “Eu não choro, não. Nas dores intensas, eu não choro. Cada um é cada um, né?”.

FONTE: O Globo


“O Congresso chegou ao fundo do poço”, diz ministro da Defesa


O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que um dos maiores problemas do governo do presidente em exercício Michel Temer para tirar o Brasil da crise “é que parte do Congresso é de réus”.
Também deputado federal licenciado (PPS-PE), o ministro complementou: “Se há inteligência no Congresso, e eu acho que há todos sabem que chegou ao fundo do poço”. Apontou, como solução que a Operação Lava Jato vá às últimas consequências, sem interferências.
“A Lava Jato não se incluirá em nenhum pacto político – e nem pode, e nem deve”, afirmou. Jungmann não quis comentar, no mérito, sobre as gravações recentemente publicadas em que o senador e presidente do PMDB Romero Jucá – agora ex-ministro do Planejamento – defendia a criação de um pacto para “estancar a sangria” da Lava Jato.
“Não quero prejulgá-lo”, comentou. “A regra que o presidente Temer estabeleceu, na primeira reunião com o Ministério, é de que todo aquele que colocar em risco a imagem, a atuação, a linha política do governo, independente ou não de julgamento, não tem por que continuar”, disse.
Olhando para os dois gravadores que registraram a entrevista, o ministro da Defesa anunciou, a tantas, uma “frase definitiva”: “Político que enriquece na política só tem um jeito: roubou. Eu estou dizendo isso aqui, gravado”.

Estadão

NATAL: Carrasco da Lei Seca causa revolta ao dizer que policial civil não trabalha


Causou revolta, indignação e decepção, principalmente a agentes e delegados da Polícia Civil potiguar, um comentário que se espalhou pelas redes sociais neste sábado (28) feito pelo capitão da Polícia Militar Styvenson Valentim, coordenador da Operação Lei Seca no Rio Grande do Norte. “Policial civil ganha muito bem para não fazer nada. Delegado ganha 23 mil reais para não fazer nada", disse o capitão.
A declaração está em um áudio de quase dois minutos que vazou de um grupo de WhatsApp. Nela, Styvenson fala com uma mulher sobre como proceder após ela ter se envolvido numa determinada ocorrência de trânsito. O G1 tentou falar com Styvenson logo no início da manhã, mas os telefones do capitão estavam desligados. Novas ligações foram feitas por volta das 8h, mas ainda permaneciam sem sinal.
Em nota, divulgada na noite do sábado, o Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública do RN (Sinpol/RN) disse que a declaração do capitão “é despropositada e, principalmente, desrespeitosa para com uma categoria que tanto faz pela segurança pública doRio Grande do Norte”. E que “ao contrário do que pensa e declara o capitão Styvenson, os policiais civis trabalham duro diariamente, mesmo sem muitas vezes disporem de condições e estrutura adequada”. E complementa:  “Acontece que, ao contrário do próprio capitão Styvenson, os policiais civis não usam a mídia para promoção pessoal e nem para expor o trabalho que é feito diariamente. Os policiais civis trabalham de maneira silenciosa, usando de inteligência e ferramentas investigativas (ver nota completa abaixo)”.
Já a Associação dos Delegados de Polícia Civil do Rio Grande do Norte (Adepol/RN), disse que “o referido oficial desqualifica, afronta e agride a categoria e a instituição Polícia Civil”, e que “o capitão Styvenson atacou, de forma grosseira, a honra de uma categoria que é reconhecida pela sociedade potiguar pelo seu profissionalismo e comprometimento, atributos que devem ser preservados, sob pena de comprometer a própria ordem pública”. Ainda de acordo com a associação, “generalizar e colocar na vala comum todos os integrantes de uma instituição é uma medida arrogante e presunçosa (ver nota completa abaixo)”.
Nem a Polícia Militar nem a Secretaria Estadual de Segurança Pública se manifestaram sobre o assunto.
O capitão Styvenson Valentim começou a ganhar notoriedade em 2014, quando recebeu a missão de comandar a Operação Lei Seca no estado. Considerado um policial extremamente honesto em razão do pulso firme, rigidez e correção na forma de conduzir o trabalho que desenvolve, logo virou notícia. Nas ruas, é tratado como celebridade.
Transcrição do áudio que se espalhou pelas redes sociais
“Pois vou esclarecer uma coisinha para a senhora: policial civil ganha muito bem para não fazer nada. Delegado ganha 23 mil reais para não fazer nada. Delegado acha que tem poder sobrenatural, entendeu?… para não fazer nada. Ontem mesmo eu denunciei as delegacias que não querem trabalhar, só isso. Preguiça. Preguiça. Se a senhora quiser colocar isso pra frente, segunda-feira eu vou estar no Detran, a gente senta e eu vou dizer passo a passo o que a senhora tem que fazer, porque isso é um absurdo. Isso é um crime. Sabe por que? Porque se tivesse vítima fatal, se fosse alguém que tivesse morrido, e aí? ia ficar como? Aí ia ser preso? Ia colocar filmagem de Midway? Iam no posto de gasolina pra saber onde estava bebendo? Que dizer, que porra de lei é essa nesse país de merda que as coisas só funcionam para um lado, para o outro não? Então estou revoltado. E só revendo o seu questionamento sobre a Operação Lei Seca, a que eu comando não pertence a este estirpe de gente, não. Não pertence a este nipe de pessoas, não. Entendeu? O policiamento que eu faço depende de mim e só de mim mesmo. É por isso que a coisa é bem feita. Entendeu? Não sou vinculado a CPRE, mal sou vinculado à Polícia Militar e Detran. Então, as coisas que eu faço não é por instituição não, é por mim mesmo. Então, separo, porque quando faço uma coisa faço muito bem feita. Eu teria ido até o final nessa situação aí. Dona STTU? deve sim ir para a delegacia. Os agentes? Devem ir para a delegacia. Deveria ter ido todo mundo para a delegacia. Todos os envolvidos. Todo mundo é testemunha do fato. Todos deveriam ter ido, não era só a STTU, não. Todos deveriam ser ouvidos. Todos. Porque o código de trânsito prevê, não é só a questão do agente fiscalizador presenciar o fato. Mas, na verdade, vocês iriam entrar era como testemunha da ocorrência”.

Nota do Sinpol/RN
O Sinpol/RN vem a público expressar seu total repúdio a recente declaração dada pelo capitão Styvenson Valentim a respeito dos policiais civis do Rio Grande do Norte. Em áudio divulgado nas redes sociais, o oficial da PM potiguar ataca policiais civis dizendo que estes "ganham muito bem para não fazer nada".

Tal declaração é despropositada e, principalmente, desrespeitosa para com uma categoria que tanto faz pela segurança pública do Rio Grande do Norte. Ao contrário do que pensa e declara o capitão Styvenson, os policiais civis trabalham duro diariamente, mesmo sem muitas vezes disporem de condições e estrutura adequada.
Acontece que, ao contrário do próprio capitão Styvenson, os policiais civis não usam a mídia para promoção pessoal e nem para expor o trabalho que é feito diariamente. Os policiais civis trabalham de maneira silenciosa, usando de inteligência e ferramentas investigativas.
O Sinpol/RN respeita o trabalho desenvolvido pela equipe do capitão Styvenson na Lei Seca, mas ressalta que a opinião dele sobre a categoria policial civil não condiz com a realidade. Reforçamos que se o referido oficial teve qualquer problema com algum integrante da Polícia Civil que procure as esferas competentes para tentar solucionar tal problema, ao invés de usar redes sociais para atacar toda uma classe profissional.
Reiteramos nossa estima a todas as instituições que fazem a Segurança Pública do Rio Grande do Norte com a certeza de que o posicionamento e comportamento do capitão Styvenson não é uma regra dentro da Polícia Militar. Os policiais civis, assim como militares, federais ou rodoviários merecem respeito do capitão Styvenson e de todos os cidadãos.
Por fim, frisamos que em nome de todos os policiais civis iremos tomar medidas cabíveis para exigir, no mínimo, uma retratação por parte do capitão Styvenso.
Nota da Adepol/RN
A Associação dos Delegados de Polícia Civil do Rio Grande do Norte (Adepol/RN) vem a público manifestar total repúdio às graves declarações imputadas ao capitão PM Styvenson Valentim, coordenador da Lei Seca no Estado, que ganharam repercussão nas redes sociais da internet hoje, 28 de maio de 2016, quando o referido oficial desqualifica, afronta e agride a categoria e a instituição Polícia Civil.

O capitão Styvenson atacou, de forma grosseira, a honra de uma categoria que é reconhecida pela sociedade potiguar pelo seu profissionalismo e comprometimento, atributos que devem ser preservados, sob pena de comprometer a própria ordem pública. Generalizar e colocar na vala comum todos os integrantes de uma instituição é uma medida arrogante e presunçosa.
Surpreendem as declarações, posto que a Polícia Judiciária, apesar dos parcos recursos disponíveis, se esforça ao máximo, ao longo dos anos, para proporcionar maior segurança à sociedade potiguar. Muitos são os profissionais que trabalham diuturnamente, com risco à própria vida, para diminuir os altos índices de criminalidade que assolam o estado potiguar. Este esforço e dedicação não podem ser jogados à lama por questões alheias aos interesses coletivos.
Existe toda uma ordem jurídica e legal a ser seguida nas ocorrências policiais, não podendo o Delegado de Polícia exercer suas atividades ao arrepio da Lei, apenas para atender pretensão individual de quem quer que seja. Vivemos em um Estado Democrático de Direito!!!
A Adepol/RN ingressará com as medidas judiciais e administrativas contra o agressor, por entender que ele, além de praticar uma transgressão disciplinar, maculou, de forma injusta, a honra dos Delegados de Polícia, categoria centenária no sistema jurídico brasileiro, exercendo atribuição essencial à justiça e exclusiva de Estado, e, não por outro motivo, é considerada a primeira garantidora dos direitos fundamentais do cidadão.
O aparelho da segurança pública é formado por instituições que devem agir entre si com ética, respeito e profissionalismo, buscando sempre o aprimoramento do trabalho e melhor resposta ao anseio popular e ao cumprimento da Justiça.
Por fim, a Adepol/RN acredita que a manifestação do referido capitão não é compartilhada pela Polícia Militar, instituição que, cotidianamente, anda ao lado dos Delegados de Polícia no combate à criminalidade e na manutenção da ordem pública e defesa do cidadão.

Fonte: G1RN.COM

CNM avalia que comportamento do FPM no segundo bimestre de 2016 será negativo


A Confederação Nacional de Municípios (CNM) faz uma avaliação referente ao comportamento do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) no segundo bimestre de 2016 e a expectativa para o restante do ano.

Com a divulgação do Relatório de Avaliação Fiscal e Cumprimento de Meta, pelo Ministério do Planejamento, a CNM lamenta que as expectativas do Governo Federal para esse ano não são nada animadoras.

A Confederação alerta que devido à queda na arrecadação federal, a União teve que diminuir a expectativa do FPM desde a publicação da Lei Orçamentária Anual (LOA).

As projeções vêm sofrendo reduções no decorrer das publicações dos relatórios. Na LOA foi estimado que o FPM seria de R$ 99,6 bilhões, entretanto neste último relatório, a estimativa é de R$ 87,4 bilhões, uma queda superior a 12%.